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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Uso de maquiagem X Alergia Ocular

“Basta passar o rímel e o meu olho fica todo vermelho…”
“Não consigo aplicar o meu creme anti-sinais ao redor dos olhos, porque  eles começam a arder…”
“Meus olhos são muito sensíveis, não consigo fazer a aplicação do filtro solar na região da testa e ao redor dos olhos, pois começo a lacrimejar…”


Queixas como estas são comuns no consultório oftalmológico. A sensibilidade dos olhos aos cosméticos, cremes, maquiagem é muito grande. São  muitas as queixas femininas. Por isto procurramos listar alguns cuidados que precisam ser observados no uso destes produtos, principalmente visando a preservação da saúde ocular.
Veja algumas recomendações, a seguir:
  • Antes de aplicar ou remover a maquiagem dos olhos, lave as mãos! “Os vírus encontrados nas mãos são a causa mais frequente de conjuntivite.
  • Priorize a compra de produtos que contenham ingredientes naturais. “O óleo de cártamo é excelente para hidratação da pele do rosto; a cafeína pode auxiliar na diminuição dos danos UV para os olhos; o óleo de soja orgânica auxilia na nutrição e na proteção da pele do rosto; as sementes de toranja auxiliam no combate à produção de oleosidade nas pálpebras; o ácido alfalipóico é excelente ingrediente para cremes faciais anti-envelhecimento, e por fim, a vitamina C (sob a forma de palmitato de ascorbil) auxilia na promoção de colágeno, na redução de linhas de expressão finas e na hiperpigmentação da pele do rosto.
  • Em relação aos cremes para a área dos olhos, é recomendável evitar produtos que contenham fragrâncias. E se você usa lentes de contato, deve usar produtos que são clinicamente testados e seguros para esta área do rosto. As alergias são as grandes culpadas de seu sofrimento ocular, você pode priorizar a compra de produtos que contenham ingredientes botânicos que ajudam a acalmar a pele e descongestionar o inchaço debaixo dos olhos, como os que contêm chá verde, chá branco, romã e extratos de coffee berry.
  • Outras boas opções de cremes para a área dos olhos são os que contêm ácido hialurônico em sua formulação. Por ser um gel espesso, o ácido hialurônico é usado em diversos procedimentos cirúrgicos. Os oftalmologistas costumam injetá-lo no olho, durante a cirurgia de catarata, para manter o olho bem aberto. A substância também é injetada na derme para preencher rugas e para aumentar o teor de umidade da pele.
  • Em relação à maquiagem para a área dos olhos, além de procurar produtos hipoalergênicos, as pessoas com olhos sensíveis devem selecionar os produtos que tenham uma composição mais leve. Na hora de comprar maquiagem, a principal coisa a ter em mente não é a marca, mas a formulação dos produtos, pois pequenas partículas de rímel, de sombra ou de outro produto podem entrar no filme lacrimal e aumentar a irritação de seus olhos. O ideal é que a maquiagem dos olhos seja substituída regularmente (a cada 3 meses), porque as pessoas com olhos secos e sensíveis são mais propensas a infecções. Além disso, é recomendável evitar sombras metálicas ou com glitter. A maquiagem com glitter nos olhos  é uma causa comum de irritação da córnea e/ou infecção ocular, especialmente em usuários de lentes de contato.
  • Nunca durma maquiada. Na hora de retirar a maquiagem dos olhos, opte por um removedor suave. Veja se o rímel à prova d’água foi completamente retirado para não irritar os olhos. Além do removedor, a lavagem das pálpebras e dos cílios com uma pequena quantidade de xampu de bebê é muito eficaz para retirar completamente a maquiagem dos olhos. Para as pessoas com pele mais sensível, após a retirada da maquiagem, o ideal é lavar o rosto com água morna e limpa e aplicar uma compressa quente nos olhos, antes de dormir.
  • Não guarde qualquer maquiagem que foi usada, se você desenvolveu uma infecção no olho. No caso de reações alérgicas, você deve jogar fora qualquer maquiagem que tenha entrado em contato com seus olhos e fazer a compra de uma nova maquiagem. Não use rímel seco e não tente umedecê-lo com sua saliva ou água. O risco de infecção ocular é aumentado se você umedecer as escovas de aplicação do rímel com a saliva.
  • Não guarde a maquiagem dos olhos no carro ou em um banheiro cheio de vapor. Altas temperaturas podem fazer com que ela estrague. Não misture e nem combine os cosméticos por conta própria. Use o que é destinado para os olhos somente sobre os olhos. Não use o mesmo lápis para lábios e olhos, para evitar a disseminação de bactérias.
  • Não use coloração permanente e/ou tinturas para cílios, pois eles podem causar danos irreversíveis se não forem usados. ​​ É muito importante também não compartilhar seus cosméticos, especialmente rímel, sombras e delineador. O compartilhamento da maquiagem pode ser arriscado, pois pode favorecer a troca de bactérias também.
  • Não faça a aplicação da maquiagem nos olhos enquanto estiver dirigindo ou andando de carro, ônibus ou metrô. A varinha do rímel, por exemplo, pode facilmente arranhar sua córnea devido às freadas e paradas súbitas.
  • Não use maquiagem nos olhos se você já está com os olhos irritados ou vermelhos. E se você acha que um cosmético, em especial, irrita seus olhos, pare de usá-lo imediatamente. É recomendável também não usar delineador dentro das pálpebras, pois o produto pode entrar nos seus olhos e bloquear as glândulas produtoras de lágrimas, provocando o ressecamento dos olhos.
  • Não esqueça de lavar ou substituir todos os pincéis e esponjas de maquiagem com frequência. Não utilize amostras de maquiagem que tenham sido tocados ou usadas por outra pessoa, pois esta é uma rota comum para transmissão de infecção ocular. Se você precisa testar um produto, use um aplicador novo.
  • Não coloque as lentes de contato depois de aplicar a maquiagem nos olhos. Sempre insira as lentes de contato, antes, para evitar que resíduos de maquiagem fiquem debaixo de suas lentes, aumentando o risco de infecções.
Fonte:IMO.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Por que minhas pálpebras estão inchadas?




A pálpebra fica inchada quando há uma inflamação no olho ou quando há um excesso de fluidos (edemas) nos tecidos conjuntivos em torno dos olhos. Este inchaço pode ser doloroso ou não e afetar tanto as pálpebras superiores quanto as inferiores.
Existem várias razões que podem explicar o inchaço nos olhos, tais como infecções, lesões oculares, traumas e mais comumente alergias. O inchaço nas pálpebras pode ser também um sinal de um problema de saúde potencialmente mais grave, como a celulite orbitária, a doença de Graves ou o herpes ocular. Por isso é importante procurar um oftalmologista, se os sintomas persistirem ou piorarem.
Sintomas associados ao inchaço 
Olhos inchados são normalmente acompanhados por uma ou mais das seguintes características:
  • Irritação nos olhos, como uma sensação de coceira ou arranhado;
  • Excesso de produção de lágrimas, resultando em olhos lacrimejantes;
  • Visão obstruída;
  • Vermelhidão da pálpebra;
  • Olhos vermelhos e inflamação da conjuntiva;
  • Secreção ocular;
  • Ressecamento ou descamação das pálpebras;
  • Dor, em particular, quando as pálpebras inchadas são causadas por infecção.
Causas do inchaço 
 Existem várias causas subjacentes para o surgimento do inchaço nas pálpebras, variando de situações leves a potencialmente ameaçadoras à visão.
A seguir algumas delas:
  • Alergias: Alergias oculares ocorrem quando o sistema imunológico reage exageradamente a uma substância estranha, chamada de alérgeno. Pólen, poeira, pêlos de animais, alguns colírios e soluções para lentes de contato são alguns dos alérgenos oculares mais comuns. Uma reação alérgica a maquiagem também pode provocar o conhecido inchaço nos olhos. “Alergias oculares se desenvolvem quando os olhos liberam químicos ‘mediadores’ para proteger os olhos dos alérgenos aos quais é sensível. O mais comum é a histamina, que faz com que os vasos sanguíneos se dilatem e inchem, que as mucosas comecem a coçar e que seus olhos se tornem vermelhos e lacrimejantes”.
  • Conjuntivite: “A conjuntivite é uma inflamação da mucosa clara da superfície do olho, a conjuntiva. Pode ser de ordem alérgica, bacteriana e/ou viral e podem resultar em inchaço das pálpebras, dentre outros sintomas, como olhos lacrimejantes, vermelhos e coceira”.
  • Terçol: O terçol é causado por uma infecção bacteriana e provoca uma inflamação na glândula meibomiana. “Quando essas glândulas ficam bloqueadas, o inchaço na pálpebra é um sintoma típico. Um terçol pode provocar inchaço em toda a pálpebra, deixando-a sensível ao toque também”.
  • Calázio: “O calázio, também causado por bloqueio na glândula meibomiana, num primeiro momento ‘imita um terçol’, mas então, se desenvolve e se transforma num cisto sebáceo duro. O terçol só ocorre na borda da pálpebra, enquanto o calázio se desenvolve tipicamente longe da borda. Ambos, terçol e calázio provocam inchaço nas pálpebras e sensibilidade da área afetada”.
  • As lesões oculares: “Qualquer trauma na área dos olhos, incluindo uma contusão na pálpebra ou um trauma causado por uma cirurgia plástica (blefaroplastia) pode provocar inflamação e inchaço nos olhos”.
  • Uso de lentes de contato: “Cuidados inadequados com o uso das lentes de contato – o uso de lentes mal higienizadas, nadar com lentes de contato ou armazenar a lente num estojo sujo – podem causar uma infecção nos olhos e inchaço nas pálpebras. Usar lentes de contato vencidas ou danificadas também podem irritar os olhos e causar o inchaço.
  • Blefarite: É uma inflamação das pálpebras, geralmente causada pela produção excessiva de uma camada lipídica gerada por umaglândula encontrada na pálpebra. A blefarite é caracterizada por pálpebras inchadas e dolorosas e podem ser acompanhadas por caspa, mudanças na pele da pálpebra, perda dos cílios. “A blefarite é geralmente uma condição crônica, ou seja, os sintomas podem ser controlados com o tratamento adequado e com práticas de higiene rígidas, mas nunca é totalmente curada. Muitas vezes, está associada com uma infecção bacteriana, mas pode também ser atribuída à acne rosácea e à Síndrome do Olho Seco”.
  • Celulite orbitária: Esta é uma infecção bacteriana rara e muito séria dos tecidos circundantes do olho, resultando em inchaço doloroso da pálpebra superior e inferior, e, eventualmente, da sobrancelha e da bochecha. Os sintomas ainda incluem olhos saltados, diminuição da visão, febre e dor, quando o paciente move os olhos. “A celulite orbitária é uma emergência médica e precisa ser tratada rapidamente para evitar a lesão do nervo óptico, a perda permanente da visão, dentre outras complicações graves. Se a infecção é limitada ao tecido mole das pálpebras, chamada de pré-celulite do septo, ela é menos grave do que a celulite orbital e pode muitas vezes ser tratada com medicação tópica, sem hospitalização. No entanto, o paciente precisa ficar atento, o início súbito dos sintomas acima mencionados deve ser considerado uma emergência médica.
  • Herpes ocular: Transmitida pelo vírus herpes simples comum, a herpes ocular é por vezes apelidada de “afta do olho” e causa inflamação (e às vezes cicatrizes) na córnea. “Os sintomas da herpes ocular podem ser semelhantes ao da conjuntivite, no entanto, podem surgir feridas dolorosas na pálpebra, visão embaçada devido à opacidade da córnea e inchaço nos olhos, que obstruem a visão. Os tipos de herpes ocular variam de uma infecção ligeira a uma forma mais grave que pode resultar em transplante de córnea ou mesmo em perda de visão.
  • Doença de Graves: Esse distúrbio ocular, decorrente de uma tireoide hiperativa (hipertireoidismo), muitas vezes, está associado a inchaços, pálpebras inchadas, olhos saltados, visão dupla e pálpebras caídas (ptose). “Se o paciente apresentar algum destes sintomas, deve consultar o oftalmologista o mais rápido possível para diagnóstico e tratamento adequado.
  • Bolsas palpebrais: “espécie de inchaço devido à flacidez dos tecidos que formam as pálpebras, com o aparecimento da gordura palpebral.
Tratamento de olhos inchados 
Segundo Sandra Alice Falvo, o tratamento das pálpebras inchadas depende da sua causa subjacente. “Se os olhos dos pacientes estão inchados devido a alergias, colírios anti-histamínicos ou medicamentos de alergia oral, bem como lubrificantes podem ajudar a aliviar os sintomas. O oftalmologista também poderá prescrever colírios esteroides suaves para reações alérgicas mais graves.
Outras causas, como infecção, conjuntivite ou herpes ocular respondem bem a antibióticos, colírios antivirais e a pomadas oculares anti-inflamatórios.  “Crises mais leves de inchaço nas pálpebras podem ser tratadas em casa. Em primeiro lugar, o paciente deve evitar esfregar os olhos, pois isso só irá agravar a sua condição. Além disso, se ele usa lentes de contato, deve descontinuar o uso até que o inchaço passe. A aplicação de uma compressa fria, por vezes, pode reduzir o inchaço das pálpebras, bem como compressas de água fria nas pálpebras fechadas. Mas é importante ter em mente que, se os sintomas persistirem ou piorarem, ou se o paciente sentir qualquer dor no olho, deve consultar o oftalmologista imediatamente.
5 dicas para prevenir o inchaço nos olhos 
  • Vá ao médico oftalmologista. Não se automedique!;
  • Faça um teste de alergia. Se pálpebras inchadas e outros sintomas de alergias são uma ocorrência regular, você precisa fazer um teste de alergia. Ao saber a que você é alérgico, você pode tentar evitar alguns alérgenos específicos ou, pelo menos, minimizar sua exposição a eles;
  • Opte por maquiagem e outros produtos de beleza hipoalergênicos e sem perfume para ajudar a evitar crises alérgicas. Você também pode fazer um teste na parte interna do seu pulso antes de usar a maquiagem em seu rosto para afastar qualquer reação alérgica;
  • Se você usa colírios regulamente, prefira os sem conservantes. Os conservantes em colírios inibem o crescimento de bactérias, mas algumas pessoas são alérgicas a estes conservantes;
  • Se você usa lentes de contato, você pode minimizar o risco de infecção ocular ou irritação, observando rigorosamente as normas de higiene adequadas, incluindo a substituição frequente de suas lentes de contato e do estojo de conservação das mesmas.

domingo, 19 de junho de 2016

Pacientes com Glaucoma avançado X Maior risco de acidentes automobilísticos.






O primeiro estudo a comparar as taxas de acidentes dos motoristas que têm glaucoma avançado – doença ocular que afeta a visão periférica – com as taxas dos motoristas com visão normal, descobriu que os portadores de glaucoma apresentam o dobro do risco de se envolverem em acidentes de trânsito.

O estudo – realizado no Japão e que utilizou um simulador de condução – sugere que todos os motoristas devem passar por um teste de campo visual para garantir que apresentam uma visão periférica adequada, antes de obter a concessão ou a renovação da carteira de motorista.  Os resultados da pesquisa foram apresentados durante a  Reunião Anual da Academia Americana de Oftalmologia.

É preciso entender que o glaucoma pode restringir parcialmente ou severamente a visão periférica de uma pessoa, sem danificar a sua visão central ou sua acuidade visual. Isto significa que muitas pessoas que têm a doença são capazes de passar nos testes de acuidade visual, o que não significa que elas estão aptas a conduzir um automóvel, pois lhes falta uma boa visão periférica. É a visão periférica que nos permite avaliar e acompanhar o fluxo do tráfego, para que possamos nos manter na faixa adequada, e detectar semáforos, pedestres, veículos e outros obstáculos no meio do caminho.
Neste estudo, realizado na Escola de Medicina da Universidade de Tohoku, em Sendai, no Japão, dois grupos de 36 pessoas cada, foram testados usando um simulador de condução. O primeiro grupo era composto por pacientes com glaucoma avançado e o segundo grupo era composto por pacientes com visão normal. Os grupos foram pareados por idade, experiência de condução e outras características. O cenário de acidente mais testado foi a entrada repentina de uma criança, um carro ou outro objeto no caminho do motorista do lado. O grupo com glaucoma obteve mais do que o dobro de colisões que o grupo com visão normal.

Uma doença que afeta a muitos

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira no Brasil e no mundo e um problema de saúde pública, visto que a principal consequência dessa moléstia é a perda irreversível da visão. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 6,7 milhões de pessoas são cegas em decorrência do glaucoma.

O glaucoma é a segunda maior causa de cegueira na população mundial e perde somente para a catarata, que, ao contrário do glaucoma, é causa de cegueira reversível.

Estima-se que 66,8 milhões de indivíduos no mundo sejam acometidos pelo glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA), sua forma mais prevalente, responsável por cegueira bilateral em 10%. Nos Estados Unidos, mais de dois milhões de pessoas são portadoras de GPAA e estima-se que até 2020, este número aumente para três milhões. No Brasil, apesar das dificuldades em obtenção de dados, estima-se que 500 mil brasileiros com idade acima de 40 anos apresentem glaucoma.

Quando não tratado, o glaucoma reduz a visão periférica e, eventualmente, causa cegueira por danificar o nervo óptico, que é o responsável pelo envio de sinais da retina para o cérebro, onde estes sinais são interpretados como as imagens que as pessoas enxergam. Apenas metade das pessoas que têm glaucoma está ciente disso, pois a doença é indolor e a perda de visão é muito gradual.

Conforme as populações envelhecem em todo o mundo, as autoridades de trânsito estão buscando mais medidas para garantir a segurança nas estradas. Nos Estados Unidos, por exemplo, a exigência de testes do campo visual varia de estado para estado, 12 das 51 jurisdições americanas já restringem licenças de motorista para condutores com deficiência visual. Alguns estados ou territórios exigem a instalação de espelhos adicionais nos veículos destes motoristas.

Os pesquisadores japoneses, autores do estudo, sugerem que para assegurar a segurança de todos nas estradas, seria importante a criação de novas diretrizes de visão para pacientes com glaucoma. A obrigatoriedade dos testes de campo visual como requisito para obtenção e renovação da carteira de motorista pode salvar muitas vidas.

Com assistência médica adequada, pacientes com glaucoma podem manter um nível de visão que permita uma condução segura, essencialmente nos casos em que o glaucoma é diagnosticado cedo e o paciente não apresenta perda significativa em seu campo visual. Isto porque quando o diagnóstico é feito no início da doença, o oftalmologista pode tratar o glaucoma apropriadamente, retardando sua progressão. A Academia Americana de Oftalmologia recomenda que todos os motoristas façam um exame oftalmológico completo, aos 40 anos, de modo que o glaucoma e outras doenças oculares relacionadas à idade possam ser diagnosticados e tratados precocemente para minimizar a perda de visão. 
Fonte: IMO.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Educação continuada do Corpo Clínico

Aconteceu mais um encontro de educação continuada de nosso corpo clínico. Neste mês o assunto foi cirurgia refrativa . Contamos ainda com a apresentação do laboratório Óptico Rodenstock explanando sobre os mais recentes lançamentos de suas lentes progressivas e tratamentos antireflexos.