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sábado, 6 de junho de 2015

Olhos de Lince

O que significa Olhos de Lince:

Olhos de lince é uma expressão em português que é usada para descrever alguém que tem uma visão acima da média, muito boa.
A expressão olhos de lince é um elogio à capacidade visual de uma pessoa: Ele foi o único que conseguiu ver o erro na pintura! Que olhos de lince!

Origem da expressão

O lince é um felino e como todos os felinos, tem muito boa visão, e por isso muitas pessoas usam a expressão "ter olho de lince", que significa "enxergar excepcionalmente bem". Uma outra expressão equivalente é "olho de águia". A expressão também pode ser usada no sentido figurado, onde uma pessoa pode mesmo ver o futuro.
Ter "olhos de lince" significa tem uma visão apuradíssima. No entanto, a origem desta expressão não vem da comparação com o felino, mas vem da mitologia grega.

De acordo com a lenda, Linceu foi o piloto da expedição dos "argonautas", grupo composto por 56 heróis da mitologia grega, embarcaram no navio Argo para conquistar o Tosão de Ouro (a lã de ouro do carneiro alado Crisómalo). Linceu tinha uma visão tão boa que podia ver através de paredes de pedra para verificar a existência de potenciais tesouros escondidos. Outros afirmavam também que Linceu tinha uma visão tão fantástica que conseguia ver o que acontecia no céu e no inferno. Em uma ocasião específica, conseguiu contar de uma só vez e a uma distância de mais de duzentos quilômetros, o número de barcos de uma frota de guerra que tinha saído de Cartago. Assim, quem tinha uma visão muito boa, tinha "olhos de Linceu". Posteriormente houve a confusão entre Linceu e lince, e na linguagem popular a expressão passou a ser "olhos de lince".

Fonte: http://www.significados.com.br/olhos-de-lince/


domingo, 31 de maio de 2015

Dia de Vacinação

O Centro Visual Valter Justa promoveu na última sexta-feira, Maio 29,  vacinação em toda a sua equipe de colaboradores. Anualmente toda a equipe é vacinada seguindo as normas da NR 32 para vacinação ocupacional.
Centro Visual Valter Justa, mais do que médicos, pessoas que cuidam.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Programa de Educação Continuada - Rotinas do centro cirúrgico

Aconteceu dia 22/05/2015 mais uma palestra no nosso PEC - Programa de Educação Continuada.
Assunto: rotinas do Centro Cirúrgico. Após uma maratona de 4 horas de aula a equipe se refrescou com picolés.



quinta-feira, 7 de maio de 2015

07 de maio - Dia do Oftalmologista

Centro Visual Valter Justa: trabalhando para nos ajudar a enxergar melhor as maravilhas da vida.
Parabéns aos médicos Oftalmologistas.




Dia do Oftalmologista - Um pouco de história

A história da oftalmologia ocupa um lugar especial na evolução da medicina em virtude das peculiaridades do órgão da visão: a importância de sua função e o mistério de seu funcionamento fizeram com que, durante muito tempo, fossem atribuídos ao olho poderes mágicos, benfazejos ou nefastos, capazes de lançar mau-olhado ou quebranto.
oftamologistaOftalmologia é a especialidade médica à qual cabem o estudo, o diagnóstico e o tratamento das doenças e lesões do olho e seus órgãos anexos. Foi um dos primeiros ramos da medicina a ser tratado como especialidade independente. Os antigos egípcios já estudavam o órgão da visão, mas a oftalmologia clínica começou realmente com os gregos. Hipócrates e seus alunos estudaram minuciosamente as doenças oculares. Datam dessa época as primeiras descrições anatômicas do olho. A oftalmologia romana foi herdeira direta da medicina grega e, particularmente, da escola de Alexandria. Entre os árabes, teve grande importância a obra “Dez tratados sobre o olho”, de Hunayn ibn Ishaq.
O oftalmologista se dedica não só aos aspectos patológicos da visão, mas também à análise de sua fisiologia. O sistema óptico do olho pode ser equiparado, em termos físicos, a uma lente convergente capaz de projetar imagens invertidas e reduzidas dos objetos sobre a retina, membrana mais interna do globo ocular. A correta focalização de uma imagem depende do poder de refração do cristalino, corpo transparente biconvexo que funciona como lente convergente capaz de projetar imagens invertidas e reduzidas dos objetos sobre a retina, membrana mais interna do globo ocular. A correta focalização de uma imagem depende do poder de refração do cristalino, corpo transparente biconvexo que funciona como lente. A percepção da imagem é condicionada, por sua vez, à acomodação ocular, capacidade de curvatura do cristalino. Tal faculdade permite fixar e focalizar sobre a retina imagens situadas a menos de seis metros. O olho dotado de tal condição é normal, ou emétrope.
A invenção do oftalmoscópio (1851), aparelho que serve para observar o interior do olho, atribuída a Hermann von Helmholtz, permitiu relacionar deficiências visuais a estados patológicos internos. Os avanços ópticos obtidos pelo médico holandês Frans Cornelis Donders, em 1864, permitiram criar o moderno sistema de prescrição e adaptação de óculos para deficiências visuais específicas. Existem muitas alterações, ou ametropias, que não se consideram como doenças oftálmicas porque dispensam tratamento clínico e são passíveis de correção óptica. No olho amétrope, a imagem de um objeto se forma não exatamente no plano da retina, mas antes dele, o que caracteriza a miopia; ou depois, caso da hipermetropia. Os dois estados correspondem, respectivamente, à dificuldade de percepção visual de objetos situados a longas e a curtas distâncias.
A variante da hipermetropia chamada presbiopia, conhecida popularmente como vista cansada, se manifesta na maturidade em decorrência da redução do poder de acomodação ocular, por causa do enfraquecimento do músculo ciliar e da pouca elasticidade do cristalino. Outro distúrbio oftálmico comum é o astigmatismo, causado por variações no raio da curvatura dos meridianos de alguma das membranas oculares e, mais freqüentemente, da córnea. Por essa razão, o astigmata enxerga imagens fora de foco e, principalmente, linhas nítidas apenas na direção de um dos meridianos. Entre as discromatopsias, ou dificuldades para o discernimento de cores, figura especialmente o daltonismo, variedade de distúrbio óptico caracterizada por cegueira total ou parcial para algumas cores, como o vermelho e o verde.

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